segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Filme: The Poughkeepsie Tapes



Sinopse: Quando centenas de fitas cassetes, mostrando torturas, assassinatos e desmembramentos são encontradas em uma casa abandonada, elas revelam uma década do reino de terror de um serial killer e se tornam a mais perturbadora coleção de provas criminais jamais vistas.
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Crítica: Confesso que procurei esse filme (que diga-se de passagem não possui tradução em português) pelo fato de que simplesmente adoro filmes em primeira pessoa e havia lido em um determinado site que ninguém sabe até hoje se as gravações eram verídicas ou não.  Essa questão me deixou com muito medo e curiosa mas infelizmente (ou melhor, felizmente) essa informação não é verdadeira.

  Durante a exibição já dá para perceber certos macetes de ficção visto que o filme é um tanto quanto mal feito chegando até a ser cansativo em alguns momentos mas por via das dúvidas após o término fui ao Google pesquisar corretamente e vi que de fato não é um snuff movie e que inclusive o diretor é John Eric Dowdle, idealizador do filme Quarentena, que por sinal eu adoro. 

 Embora ele beire um pouco à "tosquice" especialmente pelas atuações pouco convincentes especialmente das famílias das vítimas, achei original pois ao contrário dos demais filmes do gênero tais como “A Bruxa de Blair”, “Atividade Paranormal”, dentre outros, esse é filmado em estilo documentário. A proposta fora ótima, mas poderia ter sido melhor aproveitada. 

  O filme não tem cenas fortes. Se vocês estão esperando ver litros de sangue, tripas, e coisas horrendas, podem esquecer pois não aparece muita coisa, no entanto, aqui há mais terror psicológico. Algumas cenas até conseguem dar aflição especialmente porque trata de um assunto que acontece diariamente pelo mundo afora.  

 Enquanto assistia não fiquei com medo mas por alguma razão esse filme não saiu da minha cabeça... eu morri de pena da “protagonista” e a cena final dela embora não tenha nada, absolutamente nada de mais me deixou um tanto quanto impressionada.

 Enfim, não é um filme que se diga “nossa, que extraordinário!” mas vale um pouco a pena por sua originalidade. Quem quiser ter uma nova experiência de filmes em primeira pessoa, é uma boa pedida pois pelo menos eu, nunca assisti um nesse estilo exato.

 O Trailer:


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2 comentários:

  1. Fiquei muuuito chocada com a cena da protagonista tb, mas depois que fiquei sabendo que as cenas não eram reais, assisti de novo e não fiquei tão assombrada. As encenações são bem ruins, mas não consegui ver isso quando assisti, pois estava muito chocada com a história, o filme tb não saia da minha cabeça... Que bom que a Cheryl é uma personagem fictícia! Que bom!

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  2. deep web que o diga ... existem casos assim, e muito piores do que esses ainda.

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